14 de fev de 2012

HISTORIA REAL

UMA HISTORIA REAL                            
                    FAMILIA HUMILDE
    Em uma comunidade do sudoeste do Paraná, uma família humilde, composta por oito pessoas. O casal de origem cabocla,  trabalhavam na roça com seus filhos.  As crianças com a idade de frequentar a escola e o pai com dificuldades de comprar os materiais escolares. Foi ate o colégio pedir ajuda a professora para que seus quatro filhos em idade escolar pudessem ir à escola.
  A professora que trabalhava em uma escola rural distante da cidade foi ate a autoridade municipal expondo a dificuldade da família ao secretario de educação. E colocou em disposição os materiais solicitados pelo pai onde os filhos receberam um quite escolar para que eles pudessem frequentar a escola com dignidade.
   Ao receberem o material a família agradeceu e as crianças começaram a ir á escola. Os alunos eram humildes que os outros alunos os rejeitavam quando os se aproximavam um dos outros. A professora ao perceber a rejeição dos mesmos dialogou sobre o companheirismo, amizade e o amor que devemos ter para com o próximo e que perante Deus somos todos iguais.
  Com o passar do tempo os alunos começaram a se entrosar e se entender e ficando amigos, trabalhavam juntos, nos trabalhos em grupos e nas brincadeiras. As crianças se tornaram bons colegas dos educando.
  A professora trabalhava com 2º, 3º e 4º series na mesma sala de aula, era difícil, mas sempre procurando o melhor para os alunos. A filha mais velha do casal era uma menina franzina e doente com dificuldade na aprendizagem, mas os sempre incentivando a aprender ajudando como podiam, mas o pai pouco sabia e também começou a estudar no antigo Mobral para ter condição de auxiliar os filhos  nas tarefas escolar.
  O pai estudou e fez curso para servir a comunidade como ministro  da eucaristia, sendo um atuante e praticante das missas e cultos na igreja. Todos os domingos a família toda assistia o pai a ministrar o culto  juntamente com a comunidade.
  O tempo passou os irmãos conseguiram passar de ano enquanto a menina não conseguiu aprender. A professora começou observar mais a estudante e percebeu que ela estava com problema de visão. Convocando os pais para  uma conversa e expondo a situação da filha e os conciliando para  que procurassem um oftalmologista para tirar a duvida  se  a menina estaria com problema de visão.  Por ser uma família pobre e não ter condição de ir ao oftalmologista os pais demonstrando tristeza no olhar, a professora percebendo a angustia na feição dos pais sugeriu que fossem em busca de ajuda no departamento de saúde para que os ajudassem.
  À mestre conversou com os educando para fazerem uma rifa para ajudar sua coleguinha. Convocando os pais para uma reunião e comunicando aos mesmos o ocorrido. Todos os presentes se prontificaram em ajudar a estudante e doaram os prêmios para serem sorteados. Assim feita a venda dos números e efetuado o sorteio e o dinheiro arrecadado a menina foi encaminhada para um diagnostico no oftalmologista. A menina foi examinada e diagnosticada onde constatou - se um problema nos olhos da estudante onde precisaria de um transplante de imediato
    Os pais ficaram desesperados, mas uma vez a comunidade juntamente com o conselho da igreja e a secretaria de saúde do município reuniram – se para ajudar a família. Com a ajuda de  todos, ela foi internada em um hospital da capital especializado no caso.
  A espera pelo doador das córneas foi longa, mas, no momento certo chegou um das córneas a qual foi implantada, mas  houve rejeição a família sofreu muito e a comunidade sempre auxiliando a mesma.
   O tempo passou e a aluna conseguiu o transplante das córneas, ela ficou em constate tratamento no hospital, onde o qual era cuidado por freiras onde próximo havia um colégio das mesmas. Ela teve muita ajuda e cuidado pelas irmãs da igreja, ensinando-a e incentivando para que aos pouco estudasse, ela fez o supletivo e ela tomou a decisão de ficar no colégio das freiras, ela estudou e se formou freira passou a trabalhar nas comunidades e catequizar as crianças. Ela passou ser um exemplo de perseverança e amor a vida a sua comunidade que tanto lhe ajudou.
   Passou – se vários anos trabalhando e ela foi indicada por sua superior em ir trabalhar na Itália aprendendo e ensinando o povo italiano, ficando lá por três anos e hoje ele voltou a trabalhar em sua  comunidade.                                     

                                                               Prof: Fatima Z  Boasek